O primeiro passo é entender o objetivo da divisão Real e Dólar
Real: Custo de vida e aposentadoria.
Dólar: Proteção de patrimônio, viagens internacionais e herança.
Em Real você tem renda fixa com ou sem imposto de renda. Já na renda variável prefira ações com Opções – ou pra remunerar a carteira ou pra entrar com preços médios melhores no longo prazo.
Em Dólar você tem renda fixa do governo americano ou de empresas globais; ETFs ou Fundos de Índices que pagam dividendos, inclusive ETFs de renda fixa. Boas ações que pagam dividendos também são outra possibilidade. E os Fundos de investimentos dos maiores players do mercado.
Um detalhe é que se você já tem dólares fora do Brasil fica muito melhor para planejar viagens também, evitando um câmbio muito alto próximo à viagem. Considerando o histórico do Brasil de volatilidade da variação Real – Dólar, é sempre melhor fazer preço médio ao longo do tempo.
Outro ponto a se considerar: quando pensar em herança você vai pensar em estruturas offshore, como trust, pra dividir lá fora. Talvez você pense até em mudar o domicílio fiscal em busca de mais segurança jurídica de outro país, vide o recente aumento de impostos no Brasil.
O porquê da sua carteira é o mais importante
Veja que o “porquê” é o que determina para qual destino irá a sua divisão de investimentos. Lembre-se de considerar sua reserva de emergência com liquidez, seus gastos familiares e objetivos de futuro, como abrir uma empresa ou fazer um novo curso.
E quando lembrar do dólar evite ficar trazendo pro Brasil toda hora pra não pagar mais impostos. Enviou o dinheiro gaste lá em uma viagem ou deixe o tempo necessário pra resgatar mais próximo da sua aposentadoria.
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**Imagem de Gerd Altmann por Pixabay
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